literalmente, significa “pele de espinhos”. Integrante da classe Asteroidea, pode-se dizer que é parente próxima dos ouriços, da classe Echinoidea.

São animais bentônicos, isto é, ocupam substratos, e possuem um alto poder de regeneração, ou seja, cada partição pode gerar uma nova estrela-do-mar.

Alimentam-se principalmente de crustáceos, moluscos e vermes. São conhecidas cerca de 2.000 espécies, porém algumas encontram-se em extinção, devido a sua comercialização como adorno ou ainda poluição de seu habitat.

Em contrapartida, em alguns lugares (principalmente onde há ostricultura) são consideradas “prejudiciais” por causa de seu apetite voraz por ostras e mexilhões. Exemplos de espécies comuns no litoral brasileiro são a Oreaster reticulatus e a Echinaster sepositus, popularmente conhecidas como estrela-do-mar-almofada e estrela-do-mar-vermelha. Infelizmente, no Brasil, não há terminologia popular para a grande maioria das espécies.

Apenas se sabe que nossas principais famílias são Luidiidae, Astropectinidae, Oreasteridae e Linckiidae. Entrentanto, todas são tratadas simplesmente como “estrela-do-mar”, sem diferenciações.

Colaboração:Raquel Noguti