Os pingüins são aves pertencentes à ordem Sphenisciformes e, geralmente, habitam locais de baixa temperatura, como a Antárctida. Entretanto, algumas espécies também podem ser encontradas em zonas tropicais, como as Ilhas Galápagos.

Esses animais não voam, mas a estrutura de suas asas permite que sejam utilizadas como barbatanas, garantindo uma excelente mobilidade e agilidade na água. Possuem corpo fusiforme, ventre branco e dorso escuro, características de animais pelágicos.

Uma espécie bastante conhecida, devido ao documentário “A Marcha dos Pingüins” e à animação musical “Happy Feet”, é a Aptenodytes forsteri, popularmente denominada “Pingüim Imperador”. Normalmente esta espécie é monogâmica, sendo o macho responsável pela incubação do ovo (no inverno), com duração aproximada de 2 meses.

O Pingüim Imperador possui uma faixa alaranjada bem característica da espécie em torno do pescoço e das orelhas, e pode atingir até 1,20 m e 40 kg. A maioria dos filhotes nasce com uma macia penugem acinzentada opaca para protegê-los do frio, cabeça preta e máscara branca.

Com o passar do tempo, as plumas são substituídas por penas de coloração escura (preta-cinza-azulada). Outra característica interessante desta espécie é a técnica de vocalização utilizada para localizar parceiros e crias. O Pingüim Imperador é um excelente nadador, podendo chegar a 60 m de profundidade e é capaz de resistir até 15 minutos debaixo da água. Geralmente alimentam-se de peixes, lulas e krill e seus principais predadores são orcas, tubarões e focas-leopardo.

Colaboração:Raquel Noguti